sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Classificado Na Olimpíada brasileira de língua portuguesa

Aluno: Luiz Henrique Eckert
Ano: 9º ano 1
Cronica/Olimpíada de língua Portuguêsa


Um terere na fronteira

                Domingo à tarde decidi ir ao lago da nossa tri-fronteira, cujo nome tem por Parque Turístico Ambiental da Fronteira, tomar um delicioso e refrescante terere. No lago sempre está cheio de pessoas seja de Dionísio Cerqueira, Barracão e os nossos “hermanos” de Bernardo de Irigoyen, isso mesmo, minha cidade faz divisa com outro país a famosa República da Argentina, além de outras pessoas das cidades aos arredores que frequentam esse lugar linda.
              Naquele momento em que estava sentado em uma roda de conversa com meus amigos, me deu uma fome de leão, então como sempre levo uns trocados fui até o mercadinho que fica proximo ao lago, porém do lado argentino, sendo o mais barato. Chegando lá, pedi para o guri um salgadinho de batata frita e uma coca-cola, ai ele me disse: quieres unas papas? Eu disse: -hãm?, por que na verdade não compreendi no momento o que ele queria diser, então me arrisquei e falei: Sim!. Aí, disse: E a “cueca-cuela” , também vi no momento que ele serviue me entregou os lanches e o troco além de proferir a palavra “muchas gracias”, (muito obrigado) no português, eu sem saber o que falar sorri para ele e disse: de “nadia” querendo diser “por nada”.
              Sei que foi uma tarde muito divertida an presença de meus amigos. Porém, ao chegar em casa me bateu um curiosidade em ir procurar como se dizia aquelas palavras no idioma espanhol que é a língua de nossos “hermanos”. Foi aí então que percebi que cometi uma “gafía”, o “portunhol”, uma mistura enrrolada de “português com espanhol”, não sendo uma forma padrão conforme as leis.
              O que isso quer dizer é que aqui na nossa fronteira existe muito a linguagem na forma do “portunhol”  que é um dialeto da nossa região, cuja comunicação dá-se para entender.
              Vivemos diariamente com esse dialeto, essa comunicação, esse convívio harmônico e humorado entre nós brasileiros e “nuestros hermanos” argentinos. Isso traz um diferencial para a minha, a nossa tri fronteira, além de tantas outras belezas e acontecimentos históricos que só quem vive aqui e passa por aqui que fica sabendo.
             Então te deixo um convite para qualquer dia desses vir para a fronteira, quem sabe fazer umas compras do lado argentino, conhecer o nosso lago internacional, além de apreciar as nossas belezas naturais e aprender um pouco sobre o nosso “portunhol” do dia a dia. 

terça-feira, 30 de agosto de 2016

SEMANA DA INCLUSÃO NA EEB GOV IRINEU BORNHAUSEN


"BUSCAMOS UMA INCLUSÃO POR AFETO E NÃO POR DECRETO"

De 24 a 30 de agosto de 2016 a EEB Irimeu Bornhausen realizaram uma série de apresentações com o objetivo de promover uma maior integração da comunidade escolar e entre a escola e as famílias.
“Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas. Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo. Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros. O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado.” (Rubem Alves)
“Posso admitir que o deficiente seja vítima do destino! Porém não posso admitir que seja vítima da indiferença!”
John Kennedy